A
MODIFICAÇÃO
GENÉTICA IMPLICA RISCOS PARA A SAÚDE?
Para determinar cum certidão absoluta se os OGM apresentam
um risco para a saúde precisam-se mais estudos, sobretudo
no longo prazo.
As novas tecnologias não abrem apenas novas perspectivas.
Fazem-se frequentemente acompanhar de efeitos indesejáveis
ou, pelo menos, involuntários. É também o
que acontece na modificação genética. Os
eventuais riscos para a segurança dos alimentos e, por
conseguinte, para a saúde humana, estão no centro
do debate sobre as plantas transgénicas.
Uma das eventuais consequências da modificação
genética reside na introdução involuntária
de substâncias tóxicas e alergénicas. Trata-se
de saber se os riscos associados são controláveis.
Em princípio, é tecnicamente mais fácil controlá-los
do que controlar os que resultam da selecção clássica.
De resto, uma regulamentação da União Europeia
prevê que os alimentos geneticamente modificados só
podem ser introduzidos no mercado depois de se ter demonstrado
a sua segurança, de tal forma que os fabricantes se queixam
de que o controlo exercido sobre os OGM é muito mais rigoroso
relativamente ao dos alimentos tradicionais.
Para, no futuro, prevenir eventuais riscos, é importante
continuar a actualizar a legislação, assim como
os sistemas e as técnicas de controlo.
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